A abertura do show de Lady Gaga neste sábado (3), na Praia de Copacabana, não passou despercebida e não apenas pelo espetáculo visual. O que era para ser o início de uma apresentação musical foi interpretado por muitos como algo muito mais perturbador: uma encenação fortemente carregada de elementos simbólicos que remetem a rituais ocultistas, gestos coreografados em tom cerimonial e músicas com temáticas espirituais controversas.
A cantora iniciou sua performance com a faixa “Bloody Mary”, seguida por “Abracadabra” e “Judas” — músicas cuja escolha, segundo internautas, não pareceu aleatória. O conjunto da obra — figurino escuro, iluminação vermelha, encenações silenciosas e passos sincronizados que lembravam cultos religiosos ou esotéricos — levou parte do público a questionar o verdadeiro propósito da encenação.
Reações nas redes sociais
Nas redes sociais, muitos expressaram desconforto com a atmosfera da abertura:
“Isso não parece um show. Parece um ritual.”
“Muito estranho aquele começo. Como se fosse uma invocação.”
“Me arrepiei, mas não de emoção.”
O palco, visualmente carregado, reforçava a sensação de um ambiente fechado e simbólico, onde o espetáculo musical parecia secundário diante da estética quase cerimonial da entrada.
Lady Gaga já foi alvo de críticas no passado por incorporar símbolos associados ao ocultismo, à maçonaria e a temas religiosos distorcidos em suas apresentações. Dessa vez, o show gratuito em um espaço público reforçou ainda mais o debate sobre limites da arte, respeito à diversidade religiosa e manipulação estética para provocar impacto emocional.









