O diretor-geral do Instituto de Criminalística, Antônio Nunes, afirmou que o órgão não irá divulgar detalhes sobre a avaliação psicológica e psiquiátrica da vereadora de Teresina, Tatiana Medeiros. Segundo ele, todas as informações obtidas durante a perícia serão encaminhadas diretamente à Justiça Eleitoral por meio do laudo oficial que será anexado ao processo.
A perícia foi realizada na tarde de segunda-feira, dia 11, e teve duração aproximada de duas horas. Após o procedimento, Antônio Nunes declarou que o Instituto de Criminalística não fará comentários públicos sobre o caso. A avaliação foi determinada pela Justiça depois que a defesa da parlamentar informou que ela enfrenta um quadro psiquiátrico considerado grave.
Os advogados da vereadora pedem a revogação da medida cautelar que obriga Tatiana Medeiros a utilizar tornozeleira eletrônica. A defesa argumenta que o estado de saúde da parlamentar deve ser levado em consideração pela Justiça no andamento do processo e nas decisões relacionadas às medidas impostas contra ela.
Tatiana Medeiros está em prisão domiciliar desde o ano passado. Ela foi condenada a 19 anos de prisão por crimes eleitorais e por suposto envolvimento com organização criminosa. A vereadora nega as acusações e afirma que é inocente das imputações apresentadas no processo.










