A gestante Késia Sara acusa o Hospital Alarico Pacheco, em Timon (MA), de negligência médica após perder o bebê durante o parto. Em vídeos publicados nas redes sociais, a jovem afirmou que procurou atendimento diversas vezes relatando sangramentos e a diminuição dos movimentos do feto, mas era mandada de volta para casa. “Mataram meu bebê”, desabafou emocionada.
Segundo Késia, os sintomas começaram mais de duas semanas antes do parto. Ela contou que, mesmo com mais de 40 semanas de gestação, não recebeu o acompanhamento necessário. O atestado de óbito do recém-nascido, conforme a família, indica “morte natural e prematura”, o que é contestado pela mãe, que atribui o caso à falta de intervenção médica.
A família afirma que pedirá investigação formal à Secretaria de Saúde do Maranhão (SES-MA) e ao Ministério Público. Parentes e amigos organizaram manifestações em frente ao hospital pedindo apuração da conduta da equipe médica.
Em nota, o Hospital Alarico Pacheco informou que o caso está em análise e que não irá se pronunciar até a conclusão do processo interno. O órgão destacou que “todas as medidas cabíveis estão sendo adotadas” e que os fatos serão encaminhados às autoridades competentes.










